Dia da Televisão

Postado em Notícias Arte Artesanatos Moda Por

Guilherme Guimarães

11/08/2014 00:00:00

Hoje é o Dia da Televisão! E não é por causa da data de aniversário da primeira transmissão televisiva, isso aconteceu no dia 26 de fevereiro de 1926 na Inglaterra. A data de 11 de agosto foi escolhida para celebrar o dia da telinha no Brasil.

Independente do porquê da data, aproveitamos o dia para recordar de vários encontros da arte em cena. Veja abaixo a lista de romances adaptados para as telinhas como a minissérie muito bem recebidas pelas críticas.

 

Escrava Isaura

“lê lê lê…”

até quem não assistiu a telenovela conhece a música de abertura de Escrava Isaura. cantarolar esse trecho virou sinônimo de “trabalhar muito”.

a novela é o maior sucesso da teledramaturgia brasileira. a obra de Bernardo Guimarães, adaptada por Gilberto Braga, já passou em mais de 80 países!

achamos o primeiro capítulo no YouTube para você:

 

 

Dona Flor e seus dois maridos

um dos principais romances de Jorge Amado também foi sucesso nas telinhas do Brasil.

a minissérie exibida em TV aberta em 1998, teve o triângulo amoroso de Dona Flor representado por Giulia Gam (Dona Flor), Edson Celulari (Vadinho) e Marcon Nanini (Teodoro).

para quem quer saber como Vadinho passou para o outro lado e deixou Dona Flor Viuva, aqui tem o trechinho da morte dele em pleno o Carnaval:

 

 

 A Vida Como Ela É…

as crônicas que o nosso Nelson Rodrigues escrevia para o jornal carioca Última Hora viraram uma série apresentada no meio do programa Fantástico da Rede Globo.

os episódios eram curtinhos, por volta de 10 minutos cada.

mas era tempo mais que suficiente suficiente para surpreender quem assistia. As histórias contavam casos de adultério, morte, desejos reprimidos, ciúmes e amores passionais.

além de um super elenco, a série contou com a narração marcante de José Wilker. Veja:

 

Hilda Furacão

a minissérie de Glória Perez foi baseada num romance de Roberto Drummond. a parte mais curiosa é que o romance foi baseado na história real de uma mulher conhecida na zona boêmia de Belo Horizonte: a Hilda Furacão.

a história relata a paixão “proibida” entre Hilda (Ana Paula Arosio) e o frei Malthus (Rodrigo Santoro). até a morte, em 2002, Roberto nunca deixou muito claro o que era ficção e o que era realidade.

veja um pouquinho do primeiro episódio:

 

 

A Muralha

o romance escrito por Dina Silveira de Queiroz, em comemoração aos 400 anos da cidade de São Paulo, foi adaptado para televisão três vezes: 1961, na TV Tupi; em 1968, na TV Excelsior e em 2000, na TV Globo. nas duas primeiras vezes, o romance virou novela, já nos anos 2000 a adaptação foi uma minissérie.

a história explora a saga dos bandeirantes no interior do país. a muralha do título é a Serra do Mar, o maior obstáculo às incursões ao centro do Brasil.

o capítulo um, na íntegra, está aqui:

Presença de Anita

o livro que inspirou a minissérie foi bastante picante para a época (1978): a história resultou na excomunhão do autor Mario Donato da Igreja Católica e recebeu a tarja de “romance proibido”.

a adaptação de Manoel Carlos lançou para TV Mel Lisboa com uma Anita bastante sensual e ao mesmo tempo com um ar de inocência. olha que o trecho que ela se apresenta na minissérie:

 

 

qual a sua adaptação preferida? conta pra gente! 

 

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